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Dae galera, estou aki para fazer uma triste declaração: "É triste o fim!!!"
Infelizmente é issu mesmo q vcs estão lendo... o Samurai vai abandona o flog... ja estou bem relaxado qnto a issu aki, mais é q to realizando dois projetos muito grandes e que estão me ocupando muuuito tempo
O primeiro é a conclusão de meu livro... estou qz na conclusao da primeira parte da historia... gostaria de termina-lo ate março... qndo estiver pronto e corrigido, pela minha querida prima Nandy... dai eu vo tenta publica ele... acho q vou dar uma palinha dele aki no final...
Mais o meu maior projeto para este ano é a minha auto biografia... a pedido de minha namorada estou a escrevendo, e espero termina-la e entregar a minha amada até o final do ano... um carinhoso presente de natal ^^
Desculpa gente... eu sei q meu flog nunca foi muito cheio... q num tive muitos atrativos para a galera flogueira... mais adorei conhecer vcs todos... tenho ja muitos de vcs como verdadeiros amigos e apesar do pouco contato q estamos tendo, mesmo pelo orkut, ja q tenho muitos de vcs adicionados... os q ainda não me encontraram por la: vanio bussolo, é so me caça por la... me mandem scraps, q apesar do meu grande projeto, eu respondo todo mundo q me envia scraps... num to com muitas condições de faze scraps para os outros tbm, mais sempre respondo os q me enviam ^^
bom gente... eu ainda não escrevi hoje em minha biografia e ta ficando tarde... preciso i... desculpe issu de abandonar o fblog, ano q vem, prometo q reconsidero esta decisão... tanto q não vou tira ele do ar... vo deixa ele aki... na espera... bom, vo indo...
um bju as minhas Rainhas e aos Lordes: Sire!!!
palinha...:
CAPÍTULO DOIS
VISÕES
Quando Valter acordou aquela manhã, o sol ainda nascia. Um brilho lúrido de dourado se derramava pelo quarto através das cortinas fechadas.
Virou-se para Flavia e viu que ela ainda dormia. A luz fosca da alvorada contornava suavemente sua fase. Valter sorriu ao contemplá-la.
Lembranças lhe vieram à cabeça. Memórias que os dois compartilhavam desde a infância. Viu em sua mente um menino mirrado, com um ridículo apelido de raposa , tomar coragem para pedir em namoro sua melhor amiga, Docinho. E a surpresa por receber um apresado beijo e um abraço carinhoso como resposta.
“Tempos felizes”, pensou ele. “Longe das preocupações da vida adulta”.
- Não que agora nós sejamos infelizes! – disse ele baixinho olhando para a esposa. – Mais tudo era bem mais simples!
E perdido em recordações que lhe fizeram reconsiderar o que acabara de pensar; foi até a sacada de seu quarto para admirar o sol nascente.
Ao debruçar-se sobre a amurada, Valter percebeu que não é o único a ter a sorte de contemplar o sol nascente. Ao longe, a sombra de uma pequena embarcação cortava a frente do sol; no céu, algumas nuvens de cor amalgamada seguiam seu caminho e na praia à sua frente, a silhueta de algumas pessoas paradas na areia.
Por algum tempo Valter ignorou as pessoas na praia e ficou admirando a grande esfera vermelha que surgia no horizonte. Mais logo sua atenção recaiu sobre os estranhos na areia: Uma espécie de canção longa e continua, como as musicas que ele estava acostumado a ouvir nos consertos de ópera dos grandes salões da Europa. Valter não sabia por que, mais de repente se sentia muito mais feliz que o normal; pôde sentir quando um grande sorriso apareceu em seus lábios. Automaticamente Valter procurou a origem da musica e logo percebeu que vinha do estranho trio na praia a sua frente.
Levou algum tempo ate que seus olhos se acostumassem o suficiente para que ele pudesse ver o que estava acontecendo lá em baixo. Era com certeza o grupo de pessoas mais estranha que ele já vira.
Primeiro Valter pensou que poderiam ter passado a noite em alguma festa a fantasia e depois adormecido na areia, mais logo percebeu que se tratava de alguma espécie de ritual. Agora que seus olhos já estavam acostumados com a luz avermelhada da manha, podia ver tudo o que acontecia. Viu que aviam três círculos de fogo desenhados na areia; no centro do circulo da direita, uma pequena tocha de madeira fora colocada e suas chamas dançavam ao sabor do vento; no centro do circulo a esquerda, um caldeirão fumegava sobre uma pequena fogueira; no circulo do meio, estavam os três “macumbeiros”, dois adultos, que usavam vestes negras, muito longas e encapuzadas e um garotinho de pijamas; a figura à direita, segurava uma espécie de foice dourada que cintilada com a luz amalgamada do sol nascente; estava parada de pé, com olhos fixos no céu; longas tiras de cabelos negros esvoaçavam alegremente por de baixo do capuz. A figura da esquerda, estava ajoelhada em posição de meditação. No centro, a criança estava sentada com as pernas cruzadas e os braços estendidos na direção dos dois adultos.
Valter ficou olhando para a cena fascinado. Imaginando qual seria o motivo do estranho ritual; algum pedido a Oxalá ou Ogum, para que os deuses do candomblé curassem alguma doença do menino? Estariam iniciando o garoto em alguma religião? Fechando seu corpo contra males?
Valter ficou olhando por algum tempo em silencio enquanto o ritual era realizado, estava louco para saber o que iria acontecer. Logo a figura da esquerda se levantou e caminhou com passos lentos e rítmicos, foi ate o circulo da direita e colocou lentamente sua mão direita nas chamas da tocha e de lá retirou uma pequena adaga prateada; levantou e foi então até o circulo da esquerda, se ajoelho em frente ao caldeirão e retirou dele um pequeno cálice com a boca em chamas; voltou então para o circulo do meio e foi até a figura da direita, esta então baixou seu capuz e Valter pode ver que se tratava de uma bela jovem de pele muito branca e olhos vermelhos como o fogo. A jovem baixou também o capuz do companheiro, este era um jovem de pele tão branca quanto sua companheira, olhos azuis e cintilantes e cabelos crespos e muito longos. Ela então dobrou lentamente as mangas da veste e ofereceu o braço nu para ele, que com a adaga, fez um pequeno corte um pouco à cima do pulso direito da moça. O sangue jorrou do ferimento e o rapaz colocou o cálice em chamas debaixo do braço da jovem e deixou que o sangue pingasse dentro dele.
Valter levou o maior susto quando o cálice se apagou e algum segundo depois surgiu de dentro dele um grande dragão de fumaça negra que rugiu furiosamente antes de desaparecer no ar.
O rapaz então acrescentou ao cálice um fio de cabelo do garoto, o cálice novamente explodiu em chamas, que mudaram de vermelhas para verdes e depois para negras e se apagaram. Logo em seguida o rapaz levou o cálice aos lábios do menino.
Valter estava apavorado agora, e ficou ainda mais quando reparou no garoto sentado tranqüilamente no centro do circulo. – Alex! – gritou se levantando tão rápido que sua pressão caiu e tudo rodou a sua volta...
- Alex! – Valter acordou assustado chamando pelo filho. Levantou rapidamente da cadeira de praia na varanda e olhou para baixo. Viu seu filho sentado tranqüilamente olhando para o mar. Não avia mais ninguém junto dele, nem marcas de círculos de fogo, ou de fogueiras de caldeirões, ou de tochas.
Ficou olhando de um lado para o outro a procura de alguém ou de alguma coisa estranha que pudesse explicar o que vira, nada.
- Mais que...? – começou ele desconsertado.
- O que foi querido? – perguntou uma doce voz a suas costas. – Eu ouvi você gritar!
- Não foi nada! – respondeu ele olhando para sua linda esposa parada a porta da sacada. – Apenas um pesadelo... Deve ser por causa daqueles filmes de terror de segunda categoria que Neto aluga! – disse ele irritado.
parabens meu querido felicidades tudo de bom que deus esteja sempre com voce te adoro beijinhos da sua prima ared.....
É primo, tem horas que precisamos tomar decisões difíceis, mas importantes em nossa vida.... Apesar de achar uma pena, apóio a sua decisão. É como eu me sinto também, não sei se continuo aqui, ou me mudo pra Brusque... mas em breve saberei. Te amo viu. Da tua priminha querida.



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